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Sindifiscal repercute a força da mulher na Receita Estadual

Atualizado em: 08/03/2018 16h11

O Fisco Estadual está repleto de mulheres fortes, inspiradoras, com histórias marcantes e desempenho profissional exemplar. A evolução do Fisco no Tocantins acompanha o fenômeno social que elevou as mulheres a lugares de destaque no mercado de trabalho. Para atestar que a administração tributária está “tomada” por elas, o Sindifiscal reuniu a história de três auditoras, uma amostra da força, empenho e eficiência de todas as mulheres que atuam em coletorias, postos fiscais, delegacias, auditorias de grandes ou pequenas empresas, ou em trabalhos internos da Secretaria da Fazenda.

Dircélia Martins Bernardo, 49, é gerente de programação, capacitação e educação há quase um ano na Escola de Gestão Fazendária (Egefaz). Entre os aspectos da vida da auditora, a fé ganha destaque. “Deus tem projeto para aqueles que entregam seu caminho a ele. E é por isso que hoje eu estou aqui”, enfatiza.

Quando passou no concurso para o quadro do Fisco em 1994, Dircélia era viúva e dividia seu esforço entre trabalhar num escritório de contabilidade, cuidar dos filhos e ajudar os pais. “Quando o concurso foi divulgado eu sabia que era a minha chance. Fazia cursinho a noite e gravava, com minha voz, o conteúdo de direito tributário em um Walkman. Eu podia ouvir minha voz sendo reproduzida enquanto respondia as questões. Isso me ajudou”.

Dircélia, que é mãe de três filhos, revela paixão à tarefa de cuidar e educar. “Gostaria de ter tido dez filhos. Para mim é nobre a missão de ser orientadora, formadora de personalidades”.

Quando o assunto são os desafios profissionais, Dircélia classifica como gratificante a missão de contribuir para a capacitação dos auditores fiscais. Para ela, a EGEFAZ é uma oportunidade de se aproximar das pessoas. “Com 24 anos trabalhando na administração tributária, tem pessoas que só conheci aqui”.

É também na Egefaz, que encontramos mais uma boa história. Janete Ribeiro Dias tem um currículo amplo dentro da administração tributária. Coleciona experiências como chefe de agência de atendimento, gerente de arrecadação, gerente de fiscalização, revisora processual, membro do grupo de Educação Fiscal, representante da Sefaz na Indústria e Comércio, e gerente de capacitação Escola de Gestão Fazendária. Não bastasse o histórico invejável, atualmente é a diretora da Escola.



Durante a entrevista, Janete, demonstra que os anos de experiência lhe deram capacidade de elencar com precisão a importância de sua função. “A velocidade das mudanças empresarias, sociais, políticas, tecnológicas, legais, exige um olhar atento dos servidores públicos, para prestar um serviço de qualidade, que garanta os recursos e a saúde financeira do Estado. Colaborar para o aperfeiçoamento profissional da SEFAZ e para a prestação de serviços de qualidade é um orgulho”.

Mãe de quatro filhos, a auditora busca ser para família “referência de compromisso com Deus, com próximo e com a sociedade”. Ela acredita que ser mulher é “um dom que garante a manutenção do ser humano na terra”.

O último destaque é a única delegada da Receita Estadual, Silene Lima. Irreverente e de opinião forte, Silene afirma que “há 24 anos atrás, quando entramos no quadro do Fisco, a resistência por parte dos homens, por nos acharem frágeis, era muito grande. Hoje em dia o respeito é outro”.



A delegada regional de Miracema, que traz em sua bagagem profissional o trabalho de supervisora, nos Postos Fiscais de Fátima e Couto Magalhães, é categórica ao definir o papel dos auditores fiscais. “Trabalhamos para que educação, saúde e os demais serviços públicos sejam supridos”.

Mãe de Felipe Lima, de 25 anos, Silene tem em sua definição de “ser mulher” uma homenagem a todas. “Ser mulher é ser iluminada, ter capacidade para amar, pensar, ter força de vontade, força de caráter e percepção. Ser mulher é ser única”.
 

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