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Sindifiscal integra movimento contra Reforma da Previdência; presidente diz que propositura está fundamentada em argumento mentiroso

Atualizado em: 21/02/2018 10h11

Segue a militância do Sindifiscal contra a Reforma da Previdência. Na manhã desta segunda-feira (19) o presidente João Paulo Coelho e o diretor- financeiro, José de Ribamar Costa, se uniram ao movimento que concentrou trabalhadores, centrais sindicais, sindicatos e movimentos sociais em frente à sede do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em Palmas. Durante o ato os manifestantes que exibiam faixas e cartazes contra a reforma de Temer, abordavam motoristas e pedestres que passavam pelo local com material educativo, enquanto palavras de ordem davam tom à mobilização.

Para o diretor-tesoureiro da Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos do Tocantins, José Ronaldo, “o movimento é necessário e muito ainda há que se fazer. A dita Reforma da Previdência é a investida mais dura desse governo contra o trabalhador. Precisamos fazer entender que isso não é reforma. Trata-se de uma retirada de direitos, como foi com a Terceirização e a Reforma Trabalhista. O mal deste país não é a Previdência, o mal deste país é a corrupção”, afirmou.

O estudante Guilherme Barbosa, que durante a mobilização representou o coletivo Kizomba e o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Tocantins (DCE-UFT) afirmou que as mobilização realizadas contra o desmonte da Previdência desde o ano passado “têm gerado frutos”. Ele acredita que a votação da PEC 287, que trata das alterações pretendidas pelo governo, têm sido inviabilizada pela pressão da classe trabalhadora.

O presidente no Tocantins da Pública Central do Servidor, Carlos Campos, usou a palavra durante o ato e classificou a propositura do Executivo Federal como mentirosa. “Nada mais é do que uma grande estratégia para canalizar mais dinheiro àqueles que retém a divida pública”.

O presidente do Sindifiscal, João Paulo Coelho, chamou o déficit da previdência de “falacioso” e alertou para o prejuízo que a propositura representa à população. “O engodo do déficit previdenciário foi armado contra a população para atender a interesses do setor financeiro privado, visando enfraquecimento da previdência social pública, criando uma consequente necessidade dos fundos privados de aposentadoria, que estão sujeitos a regras de mercado e sem garantia do Estado. Infelizmente o governo tem fundamentado sua proposta em um argumento mentiroso”.

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