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Presidentes do Sindifiscal e Asfeto se reúnem para tratar sobre execução de retroativos do adicional noturno

01/09/2020 16h47 - Atualizado em 01/09/2020 16h55

O presidente do Sindifiscal, Santiago de Almeida, fez uma visita ao presidente da Asfeto, Wanderley Noleto, nesta terça-feira (1) para tratar de assuntos referentes às ações que tramitam na justiça referentes ao recebimento do retroativo do adicional noturno, uma vez que ambas as entidades têm o caso judicializado e já em fase de execução.

Na reunião entre os presidentes, ficou acertado que o Sindifiscal será responsável pelas execuções dos retroativos dos filiados que estão substituídos nas ações da Associação e que figuram na ação do sindicato, o período referente a fevereiro de 2008 a setembro de 2010; enquanto que as execuções pela Asfeto serão as do período compreendido entre outubro de 2010 a junho 2014. “É importante frisar que há alguns colegas da associação que entraram com ação individual em período um pouco diferenciado por razões de datas diferentes de protocolização, mas que serão respeitados o período garantido em sentença, cobrando nas ações da entidade sindical apenas períodos não contemplados nas decisões sentenciadas”, esclareceu o presidente Santiago de Almeida.

Importante destacar ainda que quanto aos valores das custas processuais através da Asfeto, estas tem valores divergentes porque a execução do processo ocorre em juízo de 1º grau, vez que o cumprimento sentença do Sindicato ocorre no próprio mandado de segurança, no 2º grau, que tem despesas judiciais valores mais módicos.

“O Sindifiscal e a Afeto estão juntas nessas tratativas para que os filiados de ambas tenham informação de maneira clara e transparente, uma vez que é direito de nossos colegas. Tanto o sindicato, quanto a associação têm feito um trabalho profícuo em prol dos filiados, sempre visando a união e a harmonia. Essa é uma das principais bandeiras do Sindifiscal, a atuação e trabalho transparente, visando sempre o bem e garantia de direitos de nossa categoria”, ressaltou o presidente do Sindifiscal, Santiago de Almeida.